Sans Objet
Aurélien Bory · FR
13 Out · 21h
Rivoli · Grande Auditório
70' · M12
Com Nicolas Lourdelle, Pierre Cartonnet
Design, cenografia e encenação Aurélien Bory
Criação de personagens Olivier Alenda, Pierre Cartonnet
Programação e operação de robot Tristan Baudoin
Música Joan Cambon
Luz Arno Veyrat
Colaboração Artística Pierre Rigal
Assistente de Encenação Sylvie Marcucci
Design de Som Stéphane Ley
Figurinos Sylvie Marcucci
Desenho de cenografia e construção Pierre Dequivre
Adereços Frédéric Stoll
Pintura de Cena Isadora de Ratuld
Máscaras Guillermo Fernandez
Direção Técnica Arno Veyrat
Técnico de Som Stéphane Ley
Técnico de Luz Mallory Duhamel
Direção de Cena Stéphane Chipeaux-Dardé
Direção de Produção Florence Meurisse
Administração Clément Séguier-Faucher
Logística Justine Cailliau Konkoj
Assessoria Imprensa Plan Bey Agency
Produção Compagnie 111 – Aurélien Bory
Coprodução ThéâtredelaCité - CDN Toulouse Occitanie, Théâtre Vidy - Lausanne, Théâtre de la Ville - Paris, La Coursive - Scène nationale - La Rochelle, Agora - Pôle national des arts du cirque de Boulazac-Aquitaine, Le Parvis - Scène nationale Tarbes-Pyrénées, Théâtre de Saint-Quentin-en-Yvelines - Scène nationale
Ensaios e Residências ThéâtredelaCité - CDN Toulouse Occitanie
Com o apoio London International Mime Festival, L'Usine, Centre national des arts de la rue et de l'espace public – Tournefeuille Toulouse Métropole
Compagnie 111 – Aurélien Bory é acreditado pela Regional Directorate for Cultural Affairs Occitanie / French Ministry of Culture and Communication, Region Occitanie / Pyrénées - Méditerranée and the City council of Toulouse. Apoiado pelo Departmental Council of the Haute-Garonne.
Aurélien Bory e a sua Companhia 111 trazem-nos uma reflexão sobre as relações entre homem e máquina. Dois homens e uma plataforma que é habitada por um braço robótico industrial - é neste dispositivo que esta bela peça de alta precisão (bio)mecânica se desenrola.
A atualidade das questões com que Sans Objet nos interpela produz-se num lugar de onde é possível ainda observar, com poesia e até algum humor, o desenvolvimento de práticas iniciadas nas primeiras vanguardas, um tempo em que a máquina e o corpo se fundem com a arte e a política.
Aurélien Bory nasceu em Colmar, em 1972. Os seus estudos de física na Universidade de Estrasburgo levaram-no a trabalhar no campo da acústica arquitetónica. Interrompe o seu percurso científico em 1995 e integra o estúdio de criação do Lido, Centre des arts du cirque, em Toulouse. Conhece o artista Mladen Materic no Théâtre Garonne, onde se forma, integrando depois o Théâtre Tatoo. Em 2000, funda a Compagnie 111, em Toulouse. Desenvolve um teatro físico, singular e híbrido, um cruzamento de disciplinas diferentes e convergentes como o circo, a dança, as artes visuais e a música.
Da Trilogia sobre o Espaço / La Trilogie sur l'espace, projeto fundador marcado pela colaboração com o nova-iorquino Phil Soltanoff, à sua última criação aSH (2018) passando por Espæce (2016), criado para a 70ª edição do Festival d'Avignon, o seu repertório de onze espetáculos está largamente difundido na cena internacional.
Aurélien Bory é apoiado por vários teatros, nomeadamente pelo TNT – Théâtre national de Toulouse e pelo Grand T - Théâtre de Loire-Atlantique em Nantes, onde foi artista associado entre 2011 e 2016. A sua reflexão sobre o espaço leva-o a investir em novos campos artísticos como a ópera, as artes plásticas, a arquitetura e o urbanismo. Em Toulouse desenvolve uma a prefiguração artística e arquitetónica criando um novo lugar de criação nas paredes do antigo Théâtre de la Digue.
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